sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Camisinha feminina


A camisinha feminina é uma "bolsa" feita de um plástico macio, o poliuretano, que é um material mais fino que o látex do preservativo masculino. Essa bolsa recebe o líquido que o homem libera na relação sexual, impedindo o contato direto dos espermatozóides com o canal vaginal e com o colo do útero da mulher, evitando assim o contágio por doenças sexualmente transmissíveis, pelo HIV, e prevenindo a gravidez não planejada.
A bolsa tem 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro – é bem mais larga que o preservativo masculino e tem mais lubrificação também. Na extremidade fechada existe um anel flexível e móvel que serve de guia para a colocação da camisinha no fundo da vagina. A borda do outro extremo termina em outro anel flexível, que vai cobrir a vulva (parte externa da vagina).
Uma vez terminada a relação, retire a camisinha apertando o anel externo; torça a extremidade externa da bolsa para garantir a manutenção do esperma no interior da camisinha; puxe-a para fora delicadamente.
Passo a passo:
Escolha uma camisinha de qualidade, não se esquecendo de conferir a data de validade. Abra a embalagem com as mãos e verifique sua integridade.
. A camisinha deve ser segurada com o anel externo (vazado) para baixo. Aperte o anel interno (menor), com o polegar e o indicador, formando um “8”:
. Escolha uma posição confortável e introduza a extremidade menor na vagina, deixando cerca de três centímetros do anel aberto para fora desta.
. Empurre a camisinha para dentro, o mais fundo possível, a fim de cobrir o colo do útero. Caso sinta algum incômodo, ajuste-o, internamente, com o dedo.
.
Após essas etapas, já é possível a introdução no pênis na vagina. Deve-se tomar o cuidado de que este fique dentro da camisinha.
Findada a relação, torça o anel externo e retire a camisinha, puxando-a delicadamente. Ela deve ser embrulhada em um papel, e jogada no lixo.

Camisinha masculina

O preservativo masculino ou camisinha é uma capa de borracha (látex) que, ao ser colocada sobre o pênis, evita a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST´s) e do vírus causador da AIDS, o HIV. A camisinha também é eficiente na prevenção da gravidez. ´
A camisinha deve ser colocada quando o pênis estiver ereto, antes da penetração. Para tal, é necessário abrir a embalagem, delicadamente, com as mãos.

Passo a passo:
. Após a retirada da embalagem, colocar a camisinha sobre o pênis, sem deixar que entre ar. Como medida de segurança, pressione ou dê uma leve torcida na ponta desta com uma mão; enquanto desenrola a camisinha com a outra mão. O preservativo deve cobrir todo o comprimento do pênis, até sua base (próximo aos pelos).
. Após a ejaculação, o preservativo deve ser retirado pela borda, com o pênis ainda ereto. Embrulhe-a em papel higiênico, e descarte o material no lixo.
. Importante: dar um nó na abertura da camisinha evita a possível contaminação do lixo, protegendo o ambiente e pessoas que poderão manuseá-lo. Além disso, a camisinha não deve ser jogada no vaso sanitário, pois poderá entupi-lo.

HIV


O vírus é mais frequentemente transmitido pelo contacto sexual (característica que faz da AIDS uma IST), pelo sangue e da mãe para o filho durante o parto ou, mais raramente, durante a gravidez.

Apesar de difícil, pode ocorrer pelo contacto directo com sangue, como por exemplo se esguichar nos seus olhos ou com a junção de dois sangues diferentes. Mas no caso do sangue, é mais comum com seringas trocadas entre usuários de drogas ou em reutilização em hospitais (por isto, lembre-se de sempre exigir que a embalagem da seringa deva de ser aberta na sua frente).
No contacto sexual, pode ser qualquer tipo de sexo, como oral,vaginal e anal ou até em casos mais raros como anilíngua, apesar de ser mais difícil de ocorrer (ainda sim, possível). A transmissão do HIV durante o contacto sexual pode ser facilitada por vários factores, incluindo (1) a penetração anal sem protecção, (2) presença concomitante de doenças sexualmente transmissíveis, especialmente aquelas que levam ao aparecimento de feridas genitais, (3) lesões genitais durante a relação sexual e (4) quantidade mais elevada de vírus no sangue da pessoa infectada.
Em beijos é raro, pois o vírus não sobrevive a certas substâncias da saliva.
Assim que se adquire o HIV, o sistema imunológico reage na vã tentativa de eliminar o vírus, então, cerca de 15 a 60 dias após pode surgir um conjunto de sinais e sintomas semelhantes a um estado gripal forte, este estágio é conhecido como síndrome da soroconversão aguda. A infecção aguda pelo HIV é uma síndrome inespecífica, a qual é facilmente não percebida devido à sua semelhança com a infecção por outros agentes virais como amononucleose, gripe, até mesmo dengue ou muitas outras infecções virais. Febre, cansaço e erupção são os sintomas mais comuns, e muitos desenvolvem linfadenopatia (linfonodos inchados). Em geral esta fase é auto-limitada e não há sequelas. Quando vamos a um médico este relata tratar-se de uma "virose", que o único tratamento é repouso e sintomáticos - raramente há suspeita da contaminação pelo HIV, a não ser que o paciente relate história compatível como sexo receptivo desprotegido ou compartilhamento de seringas, por exemplo. Entretanto, nesta fase não há o que fazer - basta esperar que os sintomas passarão. Os pacientes poderão ficar assintomáticos por um longo período, variável entre 3 e 20 anos, alguns nunca desenvolverão doença relacionada ao HIV.

Laqueadura


Laqueadura ou ligadura de trompas consiste no método de esterilização feminina caracterizado pelo corte e/ou ligamento cirúrgico das trompas uterinas, que fazem o caminho dos ovários até o útero. Assim, as trompas impedem a passagem do óvulo e os espermatozóides não o encontram, não havendo fecundação. É um procedimento seguro que pode ser feito de várias maneiras, sendo necessária internação e anestesia geral ou regional. Existem cerca de dez técnicas para a laqueadura: pode-se colocar anéis de plástico, queimar e cortar as trompas, clipes de titânio, fazer com fio de sutura, etc. Alguns dos possíveis problemas que podem ocorrer durante o procedimento, como o médico dar um nó muito forte ou atingir as artérias quando cortar as trompas, prejudicando a circulação do ovário e prejudicando suas funções.Após a operação, o risco de gravidez da mulher é de menos de 1%.[2] O uso de métodos contraceptivos torna-se obsoleto. Porém, uma laqueadura não impede a mulher de contrair DSTs.
O objetivo da laqueadura é levar a mulher a esterilização, sendo portanto, irreversível. Nos raros casos de mulheres que engravidam, mesmo se submetendo a laqueadura, pode ser explicado: 1. por falha na cirurgia que possibilitou a fecundação; ou, 2. por regeneração dos tecidos próximos, que foram cortados ou 3. por tentativa de reversão da esterilidade, através de cirurgia.

Icterícia


Icterícia é um estado no qual a pele se encontra amarelada devido a uma grande quantidade de pigmentos biliares no sangue. A parte branca dos olhos da pessoa com icterícia também fica amarelada.
Em condições normais, é comum haver pigmentos biliares no sangue, porém, não em quantidade excessiva como ocorre na icterícia. Tais pigmentos (resultantes da destruição da hemoglobina), são filtrados pelo fígado e excretados através das fezes
A icterícia pode ser dividida em quatro diferentes tipos: a hemolítica, a hiperbilirrubinemia (típica de recém-nascidos), a icterícia hepatocelular e a obstrutiva. Em todas elas há uma quantidade excessiva de pigmentos biliares no sangue.
A hemolítica ocorre devido a danos nas hemácias, que podem ter como causa anticorpos formados em decorrência de transfusão de sangue.
A hiperbilirrubinemia (icterícia dos recém-nascidos) apresenta uma falha temporária na síntese da enzima responsável pelo metabolismo da bílis.
A icterícia hepatocelular é causada quando os hepatocitos sofrem danos por vírus (como no caso da hepatite) ou pela ingestão excessiva de bebida alcoólica.
No caso da icterícia obstrutiva, esta surge após uma obstrução mecânica dos condutos que transportam pigmentos do fígado ao intestino. Este bloqueio pode ter como causa a presença de cálculo renal, tumor ou processo inflamatório.
O principal objetivo do tratamento é evitar o acúmulo de bilirrubina no cérebro, o que pode causar uma doença chamada kernicterus, a qual traz grandes problemas ao desenvolvimento da criança. Quando é identificada um causa tratável de icterícia, esse tratamento específico é de extrema importância. O tratamento da icterícia inclui basicamente duas opções.

A fototerapia ou banho de luz é a primeira opção, na maioria dos casos. Deve ser realizada no hospital, de preferência no alojamento conjunto,O outro método é a exsangüinotransfusão. É indicada para reduzir rapidamente a concentração de bilirrubina, quando há risco de acometimento do cérebro, especialmente se houver hemólise (destruição das hemácias).

Homossexualismo

Homossexualismo é Doença?

Atualmente o Homossexualismo é considerado uma "alteração" da orientação sexual. Primeiramente, "alteração" não pode ser considerado doença, como se faz, por exemplo com gravidez de gêmeos (alteração do número de fetos sem ser doença). Em segundo, "da orientação" significa se a pessoa está com sua sexualidade orientada para o sexo oposto ou para o mesmo sexo.
Entretanto, o CID.10 (classificação internacional de doenças) recomenda que se considere o homossexialismo como fator agravante de outras alterações emocionais caso seja considerado Homossexialismo Ego Distônico, ou seja, em distonia com o ego da pessoa, produzindo conflitos pessoais.
Caso seja considerado Homossexialismo Ego Sincrônico, ou seja, em concordância com o ego da pessoa, tratar-se-a apenas de uma opção comportamental.
Muitos mitos precisam ser quebrados e eliminados por terem sido criados com base no preconceito e ignorância. Já ouviu falar que a homossexualidade é gerada, ou causada, porque o homossexual teve um pai ausente? Eu conheço muitos heterossexuais que tiveram - e ainda tem - pai ausente e nem por isso deixaram de ser heterossexuais. Já ouviu falar que gays são promiscuos e não conseguem ter relacionamento fixo? Eu conheço muitos heterossexuais que também são e não conseguem ficar muito tempo com alguém. Além de vários casamentos fracassados ou terminados. Ou ainda, a cura da homossexualidade? Ou a mudança saudável para deixar de ser homossexual? Porque eles não criam também a cura da heterossexualidade? Ou para deixar de ser heterossexual? Isso é preconceito e ignorância. Não se cura algo que não é doença. Não se muda um desejo por vontade racional.
A homossexualidade não é transtorno médico ou psiquiátrico. É, contudo, um aspecto da condição humana que tem profundos efeitos sobre a vida dos indivíduos, das comunidades e da sociedade como um todo.
O que existe, na minha forma de ver o mundo, é uma quantidade absurda de informações desencontradas a respeito da homossexualidade. Quando estudantes, filhos, mães aflitas, professores, educadores, apresentadores de TV, jornalistas e uma infinidade de diferentes pessoas me procuram para falar sobre o assunto, eu procuro passar o máximo de informações corretas embora, muitas vezes, não tenha tempo suficiente para isso. Por isso, na maioria das vezes, recomendo meu livro por ter sido escrito especialmente para ajudar nestas informações.

Mas o fato é que, informações erradas, preconceituosas e até ridículas existem - e muitas - tanto na web quanto fora dela e por isso minha grande preocupação com aqueles que querem saber mais sobre o assunto. Minha dica é, cuidado com tudo o que você lê, escolha profisisonais e estudiosos sem vínculo algum com qualquer tipo de religião e fique de olho até mesmo em alguns profissionais com diplomas de psicólogo.

Doente mental?

Popularmente há uma tendência em se julgar a sanidade da pessoa, de acordo com seu comportamento, de acordo com sua adequação às conveniências sócio-culturais como, por exemplo, a obediência aos familiares, o sucesso no sistema de produção, a postura sexual, etc.
Medicamente, entretanto, Doença Mental pode ser entendida como uma variação mórbida do normal, variação esta capaz de produzir prejuízo na performance global da pessoa (social, ocupacional, familiar e pessoal) e/ou das pessoas com quem convive.Organização Mundial de Saúde diz que o estado de completo bem estar físico, mental e social define o que é saúde, portanto, tal conceito implica num critério de valores (valorativo), já que, lida com a idéia de bem-estar e mal-estar.

Quem é louco ou quem é normal é um assunto que tem estimulado discussões infindáveis. Muitas vezes as pessoas afirmam, num desabafo e por razões pejorativas, que “fulano é louco”. Fazem isso não com intenção de atribuir um diagnóstico, como fariam com outra doença, como por exemplo “fulano é diabético”, mas com intenções francamente ofensivas.vezes, de acordo com certas conveniências, as pessoas lançam mão da retórica cansativa sobre a impossibilidade de rotular-se alguém de louco, uma vez que a definição do normal é imprecisa. Mas isso é mentira.
Pelo critério estatístico, normal seria o mais freqüente, numericamente definido, aquilo que é compatível com a maioria. Em medicina, de um modo geral, ao se estabelecer a dosagem normal de glicose no sangue das pessoas, verificou-se a média das dosagens num grupo de indivíduos tomando-a como padrão de normalidade. Da mesma forma como se fez com tantos outros parâmetros antropológicos de normalidades: pulsação, tensão arterial, correspondência peso-altura, duração do ciclo menstrual, acuidade visual, etc.
As Doenças Mentais têm cura tanto quanto as doenças da cardiologia, da endocrinologia, da reumatologia, da neurologia e assim por diante. A medicina tem como primeira obrigação definir se a pessoa que a procura É ou ESTÁ doente. Se estiver doente, a possibilidade de cura definitiva é enormemente maior do que nos casos da pessoa ser doente.

Direitos do paciente

Conhecer e usar os seus direitos. Se não conhecer os seus direitos, o nosso pessoal ajudá-lo-á a conhece-e-los e a usá-los.
2) Ser tratado sem discriminação de qualquer natureza.
3) Conhecer o nome e a posição dos médicos que cuidam de si. Tem o direito de pedir outro médico.
4) Conhecer os títulos e profissões do pessoal que cuida de si.
5) Receber todas as informações que necessitar do pessoal profissional apropriado para dar o seu consentimento a quaisquer exames, tratamentos ou operações que lhe sejam propostos.
6) Receber do médico da si encarregado uma informação completa e pormenorizada acera do diagnóstico, tratamento e possiveis efeito prolongados da sua doença.
7) A segunda opinião sobre a sua doença e à opção, se o desejar, de exigir uma consulta com outro médico.
8) Requisitar o serviço de uma enfermeira particular, à sua custa, para completar a assistência à sua pessoa. A enfermeira deve ser reconhecida como tal na Bermuda e qualificada para o serviço a prestar.
9) Ser tratado com consideração e de forma confidencial e respeitosa.
10) Receber os cuidados de melhor qualidade possível, de acordo com os padrões pre-estabelecidos.
11) Ser tratado num edifício limpo e seguro.
12) Recusar tratamento até ao limite permitido pela lei, depois de ter sido informado pelo(s) seu(s) médico(s) sobre os efeitos que tal recusa pode ter para a sua saúde.
13) Receber cuidados de emergência, se os necessitar.
14) Ser tratado com o minimo de limitações e restrições.
15) Tomar parte nas discussões e decisões com os membros da equipa de tratamento sobre a sua condição, a transferência para outros hospitais, alta, e/ou a continuação da assistência requerida após a alta e os meios de a obter.
16) Saber onde está autorizado a fumar.
17) Fazer perguntas sobre os cuidados ou serviços, directamente ao prestador de cuidados ou ao Chefe de Departamento. Se não ficar satisfeito com a sua resposta, pode escrever ou telefonar ao Ombudsman (o funcionário que recebe as queixas e investigador) para o 236-5144 ou 236-2345 Ext. 1425 e receber uma resposta por escrito.
18) Obter do médico de si encarregado informação apropriada sobre o diagnóstico, tratamento e prognóstico, constante da sua ficha clinica existente. Quando isto não for aconselhável do ponto de vista médico, tal informação pode ser fornecida, mediante pedido, à pessoa apropriada responsável pela sua assistência.
B - Obrigações do Doente
1) Dar uma completa e exacta descrição das suas queixas actuais, das doenças passadas, dos hospitais em que esteve, dos remédios e outros assuntos de saúde. Um membro de sua família deve fornecer esta informação se o(a) Senhor(a) estiver incupaz de o fazer.
2) Comporte-se de acordo com o regulamento do hospital.
3) Evite ruidos e damasiadas visitas.
4) Respeite as ordens de “No Smoking” (Não Fumar).
5) Abstenha-se de tomar álcool ou remédios não receitados pelo médico ou não aplicados pelo pessoal do hospital.
6) Se não entender o que deve fazer no tratamento determinado para si, diga isso. Se não puder fazer-se compreender, autorize um membro da sua familia a faza-lo por si.
7) Siga instruções do seu médico e coopere com todo o pessoal do hospital. Faça perguntas se as instruções e/ou o modode proceder não foram claramente entendidos.
8) Informe o mais cedo possível um membro do pessoal de serviço de quaisquer mudanças repentinas na sua saúde.
9) Se é um doente voluntário, aceite toda a responsabilidade, no caso de recusar tratamento ou não seguir as instruções.
10) Respeite a propriedade do hospital e das outras pessoas.
11) Considere os direitos das outras pessoas.
12) Siga o modo de proceder para queixas dos doentes, se tiver queixas a respeito do seu tratamento ou cuidados, i.e., Prestador de Cuidados, Chefe de Departamento, Ombudsman.
13) Cupra os horários e informe o hospital no devido tempo se o não puder fazer.
14) Assine o impresso de alta, se quiser ter alta do hospital contra o conselho do médico. Este processo não tem aplicação se estiver obrigatoriamente detido no hospital por imposição do Mental Health Act, ou se estiver á ordem de qualquer jurisdição legal.

VITILIGO


O vitiligo atinge de cerca de 5% da população mundial e, em 30% dos casos, há ocorrência familiar. Ele é caracterizado por manchas claras que se localizam nas mãos, pés, face, tronco e genitais, e tendem a se distribuir simetricamente. Cílios, sobrancelhas e pelos pubianos podem ser atingidos.

As regiões despigmentadas não coçam, não ardem, não doem e tampouco são contagiosas. Estas podem, espontaneamente, desaparecer ou permanecer por toda a vida, na ausência de tratamento. Sua evolução é imprevisível e pode ocorrer, de forma simultânea, a regressão de algumas lesões enquanto outras se desenvolvem.

As manchas são consequência da diminuição ou ausência de melanina nestes locais e a causa ainda não é bem conhecida. Entretanto, sabe-se que fatores genéticos, ambientais, emocionais e imunológicos estão fortemente relacionados. Em 70% dos casos, seu surgimento está ligado a traumas emocionais graves.

Muitos dos portadores do vitiligo podem desenvolver problemas emocionais: consequência do preconceito de outras pessoas e de questões relacionadas à autoestima. Este fator pode agravar ainda mais o quadro e, assim, o acompanhamento psicológico pode se fazer necessário.

Recomenda-se o uso de protetor solar adequado, com reaplicação a cada duas horas; meia hora diária de banho de Sol, em horário entre as seis e dez horas da manhã; e hidratação da pele, sem necessidade de cremes ou sabonetes específicos.

Síndrome de Reye


É um distúrbio raro do fígado e do cérebro que ocorre após uma infecção viral geralmente em crianças entre 4 e 12 anos. Foi descrita pela primeira vez em 1929 como doença clínica e patológica. Até hoje a doença não é muito bem entendida. Uns ligam a doença com o uso de aspirina em crianças e outros ligam a doença com o vírus da varicela, toxinas exógenas e defeitos metabólicos intrínsecos nas enzimas do ciclo da uréia.

O primeiro estágio da doença é caracterizado por uma doença viral como infecção respiratória, diarréia ou após varicela. No caso de varicela, a síndrome se manifesta cinco dias após os sinais da doença.

Seus sintomas são: vômitos, náuseas, letargia, delírios, coma, amnésia, respiração acelerada e pode levar à morte.
Para prevenir a síndrome é necessário que não se faça uso de aspirinas e seus derivados em menores de 12 anos.

Qualquer menor que apresentar vômito após um processo infeccioso viral deve-se realizar exames de sangue e biopsia do fígado para confirmar ou não a Síndrome de Reye. Não existe tratamento específico para a síndrome, mas a criança doente deve ser internada numa UTI pediátrica para controlar a evolução da síndrome. O objetivo é evitar a hipoglicemia e a cicatrização do fígado e do cérebro.

Fibrose Cística


A fibrose cística (ou mucoviscidose) é uma doença genética hereditária caracterizada por uma alteração autossômica recessiva, precisamente pela ausência de uma seqüência de três nucleotídeos no cromossomo de número 7 da espécie humana.

Essa deleção é responsável pelo distúrbio da síntese de uma proteína inserida na bicamada lipoprotéica celular, na membrana plasmática, afetando a capacidade no transporte (entrada e saída) de água e sais minerais (íons cloro e sódio) em tecidos orgânicos constituintes das vias respiratórias.

A principal conseqüência dessa patologia está relacionada ao funcionamento metabólico de algumas glândulas (exócrinas) produtoras de mucopolissacarídeo, provocando abundante secreção deste fluido viscoso nas vias aéreas, impedindo ou mesmo dificultando a passagem de ar pelos pulmões.

Em decorrência à obstrução, o organismo passa a reter bactérias e fungos, proporcionando o aparecimento de infecções crônicas no nível do aparelho respiratório, ou generalizadas, difundindo-se para outros órgãos: seja do aparelho digestório (o pâncreas e o fígado) e até mesmo reprodutor.

O tratamento inclui desde a simples reidratação, nutrição adequada com suplementação de enzimas pancreáticas; auxiliando em determinados casos na digestão, reposição de vitaminas, prescrição de antibióticos, exercícios respiratórios fisioterápicos ou drenagens mucolíticas e terapias gênicas com utilização de técnicas que empregam DNA recombinante.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Doença de Parkinson


A doença de Parkinson tem este nome em homenagem a quem a descreveu pela primeira vez, em 1817: o médico inglês James Parkinson. Ela, apesar de sua origem neurológica e característica degenerativa, não afeta a capacidade intelectual. Altera, principalmente, o sistema motor causando tremores que ocorrem na maior parte do tempo em momentos de repouso. Estes se acentuam quando o indivíduo está nervoso e desaparecem durante o sono. Rigidez muscular, diminuição da mobilidade, desequilíbrio, alterações na fala e escrita e acúmulo de saliva nos cantos da boca também podem ser notados.

Os primeiros sintomas podem passar despercebidos no início e incluem: sensação de cansaço, alterações na grafia, isolamento sem motivo claro, dores musculares, piscar de olhos com frequência reduzida, movimentos mais lentos e fala menos articulada. Podem ocorrer leves tremores, geralmente de apenas um lado do corpo, e a face se torna mais rígida.

Sua causa não é bem conhecida, mas sabe-se que pessoas que têm ou tiveram encefalite, hidrocefalia, traumatismos cranianos ou encefálicos ou intoxicação por monóxido de carbono ou manganês são mais predispostos a tê-la.

Ocorre nas mesmas proporções em ambos os sexos, mas geralmente em pessoas com cinquenta anos de idade ou mais: dois a cada cem idosos com mais de 65 anos a possuem. Sabe-se que seus sintomas ocorrem em razão da diminuição da secreção de dopamina, devido à perda de neurônios na área em que ela é produzida.

É uma doença incurável, mas que pode ser tratada e controlada, buscando corrigir a diminuição da dopamina, com seções de fisioterapia associadas. Psicoterapia e fonoaudilogia podem auxiliar no controle dos sintomas. Cirurgias, em alguns casos, podem ser necessárias. Marca-passos cerebrais têm apresentado resultados muito bons.

Depressão, distúrbios do sono e cognitivos, dificuldades urinárias, tonturas, dores musculares, câimbras, intestino preso e osteoporose podem estar associados.

Cálculos Renais


Os cálculos renais, vulgarmente conhecidos por presença de pedras nos rins, atingindo 10% da população, são formados em decorrência a problemas no sistema urinário humano, devido ao aumento de cálcio ou de outros sais (oxalato ou fosfato) na urina por causa de algumas doenças.

Os cálculos pequenos saem naturalmente na urina, mas algumas vezes é necessário removê-los por meio de cirurgias ou quebrá-los com ondas de choque (Litotripsia Extracorpórea), para que assim possam ser eliminados do organismo.

Entre os sintomas, o mais freqüente é a intensa dor aguda provocada no dorso ou no abdômen inferior (sensação de cólica), causada pelo deslocamento do cálculo ao longo do trato urinário (no ureter e na uretra), obstruindo (diminuindo o fluxo urinário) deixando lesões no canal à medida que se move. Pode também causar febre, náusea e apresentar sangramento juntamente à urina.

Além da predisposição genética, a baixa ingestão de água é um fator que pode aumentar a chance de formação de cálculo. Uma vez tido um cálculo, o indivíduo sempre estará propenso à formação de novos.

Apêndicite


O apêndice vermiforme é uma extensão tubular que existe no início do intestino grosso. Tal extensão não possui importância para o organismo humano, pois produz uma pequena quantidade de linfócitos que não interferem no organismo.

A apendicite é resultado da inflamação do apêndice por restos fecais, concentração de bactérias, déficit de oxigênio e outras que ocorrem em indivíduos de aproximadamente 20 a 30 anos. Apesar de ser um órgão sem muita importância, o apêndice quando inflamado pode levar um indivíduo a óbito se não tratado, pois a doença pode provocar a ruptura do órgão fazendo com que a inflamação se alastre sobre o abdômen, causando uma reação corpórea chamada abscesso, um aglomerado de pus que provoca a desintegração e a necrose dos tecidos. Quando a inflamação se espalha, pode haver outra doença chamada peritonite aguda, altamente perigosa e mortal.

A apendicite provoca falta de apetite, dor abdominal que ocorre ao redor do umbigo e no baixo abdômen, febre, náuseas, vômitos, colapso no intestino e apatia. A dor normalmente é insuportável, fazendo com que a pessoa busque auxílio médico no máximo em 48 horas. Este, por sua vez, realiza exames para confirmar o quadro clínico e, se confirmado, prescreve antibióticos para combater a inflamação e ainda encaminha a pessoa para o centro cirúrgico para a retirada do órgão enfermo. A cirurgia para a retirada do apêndice pode ser feita de maneira convencional ou por laparoscopia, procedimento que resulta em menor incisão.

ANDROPAUSA


A andropausa refere-se à redução de hormônios masculinos principalmente da testosterona de forma semelhante à menopausa na mulher. A redução desse hormônio se inicia por volta dos 40 anos de idade de forma natural, o que não caracteriza a andropausa e essa somente é diagnosticada quando a redução é brusca e provoca sinais no organismo, como desinteresse ou preguiça sexual, fadiga, insônia, dificuldade em manter uma ereção, diminuição da massa muscular, aumento da gordura no organismo e outras.

A testosterona é o hormônio masculino produzido pelos testículos e responsável pelo desenvolvimento das características normais como a voz, o crescimento de pêlos, o crescimento da barba, bem como a manutenção de todas elas. Também age diretamente no desempenho sexual sendo que uma vez reduzida pode alterar a função sexual de um indivíduo.

Para detectar a andropausa, deve-se estar atento às mudanças corpóreas e ainda procurar um urologista após os 40 anos para verificar a dosagem desse hormônio no organismo. Assim como nas mulheres, esse período pode não apresentar grandes modificações no organismo e passar despercebido. Existem casos em que é recomendada a reposição de testosterona pelo homem, o que pode provocar o crescimento das mamas, o aumento da produção de glóbulos vermelhos no sangue e retenção de líquidos.

Mudanças de hábitos alimentares, atividades físicas, monitoramento dos índices hormonais e, se necessário, a reposição de tais hormônios, melhoram a condição física, mental e sexual do indivíduo.

CÃIMBRS


Cãibras são contrações musculares súbitas, involuntárias, dolorosas e momentâneas. Sabe-se que estas contrações são de origem nervosa ou neuromuscular. Esse bloqueio muscular aparece geralmente nos músculos biarticulares: Ísquios, bicípetes, tricípetes (longa porção) e barriga da perna.

A cãimbra pode ser causada por inúmeros fatores. O principal fator associado à cãibra é o excesso de atividade muscular, ocasionando o acúmulo excessivo de ácido láctico no músculo. Além deste, outros fatores contribuem para a incidência das contrações, como a perda excessiva de água e sais minerais, principalmente o potássio; e a deficiência de fluxo sanguíneo, ocasionada por mudanças bruscas de temperatura ou problemas vasculares.

Para amenizar os efeitos da dor, é recomendável aplicar toalhas quentes, massagens suaves e relaxantes musculares. Para evitar as cãibras é aconselhável comer alimentos ricos em potássio, como banana ou água de coco. Além disso, o alongamento dos músculos é essencial antes e depois de qualquer atividade física.

Em geral, a cãibra não representa preocupação para a saúde. A maioria delas ocorre esporadicamente durante exercícios muito intensos. No entanto, em casos freqüentes, é necessária uma análise médica.

Importância da postura


Postura é a forma que o corpo mantém ao lutar contra a gravidade opondo-se às forças externas para manter equilíbrio. O equilíbrio é a chave de uma boa postura, pois sustentamos o corpo nos pés e este, equilibra todo o resto.

A postura é uma resposta neuromecânica chamada atividade postural que estabiliza e funciona o sistema musculoesquelético.A alteração da postura pode causar implicações como hiperlordose lombar e cervical, hipercifose torácica e escoliose.

A hiperlordose lombar é favorecida pela inclinação da pelve enquanto a hiperlordose cervical desgasta as vértebras e normalmente associa-se à hipercifose torácica.

A hipercifose torácica ocorre quando há uma deformidade na coluna vertebral conhecida como postura de corcunda. Favorece o desgaste vertebral, o bico-de-papagaio e as funções pulmonares ficam comprometidos.

A escoliose é a curvatura lateral da coluna vertebral associada a rotação das vértebras com desvios bem tolerados e assintomáticos. Há também casos graves onde ocorre o comprometimento da região cardiopulmonar.

São várias as causas, sendo as mais comuns: uma perna maior que a outra, carregar bolsa do mesmo lado, malformação das vértebras e o comprometimento da visão e audição.

Retenção de líquidos


A retenção de líquidos é o acúmulo excessivo e anormal de água entre as células do organismo que posteriormente é eliminada pela urina. Por meio desse acúmulo uma pessoa pode adquirir aproximadamente 2 kg durante um só dia. Existem casos em que a retenção de líquidos ocorre em períodos nos quais há alterações metabólicas como na TPM, na menstruação e na gravidez e casos que ocorre por fatores internos que necessitam de auxílio médico, medicação e dieta para que haja sua eliminação.

Em casos relacionados aos fatores internos desconhecidos, a retenção de líquidos pode ser um sintoma de problemas como insuficiência vascular, hipotireoidismo, hipertensão arterial, mau funcionamento dos rins, fígado e coração, processos inflamatórios, deficiência na circulação sanguínea, grande concentração de sódio no organismo e alterações hormonais e emocionais.

Para amenizar a retenção de líquidos é necessário praticar exercícios físicos, alimentar-se de alimentos naturais, utilizar pouca quantidade de sal, aumentar a ingestão de líquidos, diminuir a utilização de sapatos altos e apertados e ainda, se permitido pelo médico, aderir a massagens e drenagem linfática.

Para detectar a retenção de líquidos basta observar as mãos, os pés, a barriga, as pernas e as proximidades do tornozelo. Se essas regiões persistirem inchadas por muito tempo é necessário buscar ajuda médica, principalmente se tais inchaços ocorrerem fora do período de gravidez e menstruação. Por questões hormonais, a mulher é mais propensa a reter líquidos do que o homem.

Rir faz bem para saúde!!


O hábito de rir ultrapassa os limites da alegria, auxilia pessoas que apresentam quadros depressivos e síndrome do pânico. Segundo pesquisadores, a risada expande as artérias e o estresse mental as contrai.

Liberação do ar, contração do diafragma e estímulo das cordas vocais são resultados sentidos em todo o corpo, depois de uma boa risada. Vários estímulos são percebidos ao rir, e estes percorrem por todo o cérebro, essencialmente a parte do comportamento que está ligada a região frontal do mesmo, estimulando assim as áreas motoras da face e de outras partes do corpo. A melhoria do equilíbrio da neurotransmissão é favorecida através da liberação de endorfinas. A risada pode elevar o astral, a auto-estima e o amor próprio das pessoas.

A pessoa bem humorada encontra respostas criativas, quando o lado direito do cérebro é estimulado, ele consequentemente desperta a intuição, o sentimento, a percepção e a sensação.

Lábios Leporinos


Os lábios leporinos ou fissuras labiopalatais são má formações congênitas que resultam numa abertura no lábio e/ou palato que ocorre entre o quarto e a décima semana gestacional. Neste período, as estruturas do cérebro, olhos e outros órgãos se formam e neste processo pode haver fatores genéticos ou ambientais como carência alimentar, fatores emocionais, doenças infecciosas, idade avançada, drogas, radiação, diabetes e fumo que contribuem para o aparecimento da má formação.

Podem ser completas quando ocorre no lábio e palato; incompletas quando ocorre no lábio ou no palato; unilateral quando ocorre num só lado do lábio e bilateral quando ocorre em dois lados do lábio. O lábio leporino pode ser detectado através do ultra-som e diagnosticado ainda no ventre materno fazendo com que a cirurgia corretiva possa ser realizada pouco depois do nascimento.

As cirurgias corretivas podem ser feitas a partir do terceiro mês de vida quando a criança pode ter aproximadamente 5kg.

A reabilitação da criança deve ser feita com acompanhamento de médicos, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e odontólogos para que não haja nenhuma seqüela grave como impactos visuais, preconceito, perda da audição, déficit nutricional e outros.

Dormir pouco faz mal?


Quando a noite chega a maioria das pessoas estão cansadas, principalmente aquelas que passaram o dia todo trabalhando. Ao chegar no aconchego do lar o que a pessoa mais quer é tomar um banho relaxante, feito isso o corpo “implora” por uma cama.

A noite para algumas pessoas é uma extensão do dia, muitos realizam tarefas que durante o dia não foram possíveis de serem feitas. Muitas vezes a noite é insuficiente para uma pessoa descansar, já que dorme tarde e no dia seguinte tem que levantar cedo para cumprir com suas obrigações cotidianas.

Engana-se quem pensa que ao dormir o cérebro fica passivo, pelo contrário, é nesse período que ele trabalha com força total, pois é nessa fase que o indivíduo absorve o conhecimento, selecionando o que deve ficar na memória e o que não precisa.
O tempo ideal de sono é de 8 horas, dormindo menos que isso a pessoa predispõe a desenvolver algum problema de saúde.

Segundo estudo do Instituto Francês para a Nutrição (IFN,) dormir menos do que o ideal influi no aumento de peso e no surgimento de doenças cardiovasculares e metabólicas. Dormir menos que 8 horas diminui a retenção de hormônio leptina (limitador do apetite), dando reação contrária, aumenta a fome ao liberar mais grelina, diz a doutora em neurociências do IFN, Karine Spiegel.

Pessoas que dormem por pequenos períodos tendem a aumentar em 24% seu apetite, quadro que se agrava mais com o cansaço físico apresentado por essas pessoas, pois cansada ela não procura realizar nenhuma atividade física.

A doutora Karine aconselha que na prescrição de dietas para pessoas obesas, deve conter conselhos de comportamento relativo ao sono. Formas de como melhorar e aproveitar seu sono. Além da obesidade, são inúmeras as doenças que podem desencadear pela diminuição do sono, em especial para as mulheres.

Numa pesquisa realizada com 200 voluntários, entre homens e mulheres, foi constatado que as mulheres que dormem menos têm mais predisposição a ter problemas no coração do que os homens que mantém o mesmo hábito de dormir menos que oito horas.

Dormir mais que oitos horas diárias é tão prejudicial quanto dormir menos, um dos fatores que são influenciados na vida de uma pessoa que dorme de mais do que o tempo ideal, é a aceleração do envelhecimento.

Dismenorréia


A dismenorréia é o nome dado à cólica menstrual. Essa é aquela dor pélvica que pode ocorrer antes e/ou durante a menstruação que pode se manifestar de forma mais branda quando provoca incômodo até atingir graus elevados de dor onde a mulher fica impedida de exercer suas atividades diárias.

A dismenorréia pode ser primária se ocorrer sem provocar lesões nos órgãos pélvicos e secundária quando ocorre algum tipo de alteração no sistema reprodutor, quando existem miomas, malformações uterinas, endometriose, alterações nos ovários ou quando a mulher utiliza o Diu como contraceptivo. Geralmente a dismenorréia primária ocorre quando a mulher nunca gerou filhos, por causa da obesidade, tabagismo ou hereditariedade. A dismenorréia secundária pode ocorrer em mulheres que já tiveram infecções pélvicas, endometriose ou dsts.

A dismenorréia como pode se manifestar de várias formas pode também provocar mal-estar, diarréia, dor de cabeça, fadiga, tontura, vômito, irritação, desmaio e dor nas costas e nas pernas, além de dor abdominal.

Ao detectar a dor menstrual, a mulher deve buscar auxílio médico para que seja feito o devido tratamento que normalmente consiste na ingestão de medicamentos antiinflamatórios não-esteróides, contraceptivos orais e terapias. Se for identificada a dismenorréia secundária, o médico deve buscar as causas da dor e fazer o tratamento do agente causador que é diferenciado para cada caso.

Autismo


O autismo é uma síndrome caracterizada por desvios de comunicação, atenção e imaginação; e consequentemente, problemas comportamentais. Mais frequente em meninos do que em meninas, os primeiros indícios ocorrem, geralmente, antes dos três anos de idade, e persistem por toda a vida. Alguns destes são:

- Dificuldades em interações sociais, inclusive em comportamentos não verbais;
- Comportamentos estereotipados;
- Obsessão por partes de objetos;
- Inflexibilidade em quebrar rotinas;
- Problemas na dicção;
- Risos em situações inapropriadas ou inesperadas;
- Ausência ou pouca expressão facial, exceto quando estão bravas ou agitadas;
- Podem ser agressivos consigo ou com outras pessoas, em situações adversas.

Entretanto, por existirem níveis diferenciados de autismo, alguns destes podem não proceder no caso em questão, e outros não listados podem estar presentes. Assim, para diagnóstico é feita a análise comportamental do indivíduo e, em muitos casos, são aplicados testes específicos.

Não são bem conhecidas as causas do autismo. Entretanto, sabe-se que o fator genético é um dos componentes, sendo reconhecido o gene CDH10 como um indício de risco para o desenvolvimento da doença, já que está presente 20% a mais em pessoas com esta síndrome. Fenilcetonúria, infecções virais, síndrome do X frágil, e exposição ao mercúrio, também propiciam sua incidência.

Dislexia


A dislexia é um transtorno genético e hereditário presente em aproximadamente 10% da população mundial, podendo também ser causada pela produção exacerbada de testosterona pela mãe, durante a gestação.

Muitas vezes confundida com déficit de atenção, problemas psicológicos, ou mesmo preguiça; esse transtorno se caracteriza pela dificuldade do indivíduo em decodificar símbolos, ler, escrever, soletrar, compreender um texto, reconhecer fonemas, exercer tarefas relacionadas à coordenação motora; e pelo hábito de trocar, inverter, omitir ou acrescentar letras/palavras ao escrever.

Indivíduos disléxicos possuem a área lateral-direita do cérebro mais desenvolvida que a de pessoas que não possuem esta síndrome, tendo geralmente, por tal motivo, mais facilidade em questões relacionadas à criatividade, solução de problemas, mecânica e esportes.

O diagnóstico consiste na análise do paciente, geralmente por equipe multidisciplinar (psicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagogo, etc.), excluindo outras possíveis causas. Tal avaliação permite que o acompanhamento seja feito de forma mais eficaz, já que leva em consideração suas particularidades individuais.

O tratamento embora não seja capaz de curar o paciente, o auxilia quanto às suas limitações, permitindo uma melhora progressiva, e evitando assim que sofra problemas sérios relacionados à autoestima e socialização.

A meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser causada, principalmente, por vírus ou bactérias. O quadro das meningites virais é mais leve e seus sintomas se assemelham aos da gripe e resfriados. Entretanto, a bacteriana – causada principalmente pelos meningococos, pneumococos ou hemófilos – é altamente contagiosa e geralmente grave, sendo a doença meningocócica a mais séria. Ela, causada pela Neisseria meningitidis, pode causar inflamação nas meninges e, também, infecção generalizada (meningococcemia). O ser humano é o único hospedeiro natural desta bactéria cujas sequelas podem ser variadas: desde dificuldades no aprendizado até paralisia cerebral, passando por problemas como surdez.

A transmissão se dá pelo contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável, levando a bactéria para o sistema circulatório aproximadamente cinco dias após o contágio. Como crianças de até 6 anos de idade ainda não têm seus sistemas imunológicos completamente consolidados, são elas as mais vulneráveis. Idosos e imunodeprimidos também fazem parte do grupo de maior suscetibilidade.


Para a meningite, as vacinas mais utilizadas são a bivalente, a tetravalente e a monovalente, em menores de 2 anos. Entretanto, não existe ainda vacina para alguns sorotipos da doença.

O que é Icterícia e quais são os seus tipos


Icterícia é um estado no qual a pele se encontra amarelada devido a uma grande quantidade de pigmentos biliares no sangue. A parte branca dos olhos da pessoa com icterícia também fica amarelada.
Em condições normais, é comum haver pigmentos biliares no sangue, porém, não em quantidade excessiva como ocorre na icterícia. Tais pigmentos (resultantes da destruição da hemoglobina), são filtrados pelo fígado e excretados através das fezes.


Tipos de icterícia

A icterícia pode ser dividida em quatro diferentes tipos: a hemolítica, a hiperbilirrubinemia (típica de recém-nascidos), a icterícia hepatocelular e a obstrutiva. Em todas elas há uma quantidade excessiva de pigmentos biliares no sangue.

A icterícia hemolítica ocorre devido a danos nas hemácias, que podem ter como causa anticorpos formados em decorrência de transfusão de sangue.

A hiperbilirrubinemia (icterícia dos recém-nascidos) apresenta uma falha temporária na síntese da enzima responsável pelo metabolismo da bílis.
A icterícia colestática é mais freguente em recém-nascido.
A icterícia hepatocelular é causada quando os hepatocitos sofrem danos por vírus (como no caso da hepatite) ou pela ingestão excessiva de bebida alcoólica.

No caso da icterícia obstrutiva, esta surge após uma obstrução mecânica dos condutos que transportam pigmentos do fígado ao intestino. Este bloqueio pode ter como causa a presença de cálculo renal, tumor ou processo inflamatório.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Obesidade


A obesidade é o maior problema de saúde da atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais, tem etiologia hereditária e constitui um estado de má nutrição em decorrência de um distúrbio no balanceamento dos nutrientes, induzindo entre outros fatores pelo excesso alimentar. O peso excessivo causa problemas psicológicos, frustrações, infelicidade, além de uma gama enorme de doenças lesivas. O aumento da obesidade tem relação com: o sedentarismo, a disponibilidade atual de alimentos, erros alimentares e pelo próprio ritmo desenfreado da vida atual.

A obesidade relaciona-se com dois fatores preponderantes: a genética e a nutrição irregular. A genética evidencia que existe uma tendência familiar muito forte para a obesidade, pois filhos de pais obesos tem 80 a 90% de probabilidade de serem obesos.
A obesidade pode ser definida em termos relativamente absolutos. Na prática, a obesidade é avaliada em termos absolutos pelo IMC (índice de massa corporal) e também pela sua distribuição na circunferência da cintura ou pela razão entre as circunferências da cintura e do quadril. Além disso, a presença de obesidade deve ser avaliada enquanto fator de risco cardiovascular e outras condições médicas que podem aumentar o risco de complicações.

A presença de fatores de risco e outras doenças também é utilizada no diagnóstico da obesidade. Arteriosclerose coronariana, diabetes mellitus tipo 2 e apnéia do sono representam ameaças à vida do paciente que indicariam a urgência de tratamento clínico da obesidade.

Beber água

A água é muito benéfica para a musculação ou para qualquer pessoa que faça exercício físico rigoroso. A água é algo que é tantas vezes ignorado, no entanto, é um nutriente essencial no corpo e os seus benefícios para o nosso organismo são numerosos. A água pode ser considerada uma energia e combustível para a construção muscular.
Dentre os inúmeros benefícios da Água, podemos citar:

•Previne Celulite;
•Controla a Temperatura;
•Diminui o inchaço;
•Diminui o cansaço e sonolência;
•Aumenta o poder de concentração;
•Aumenta o fluxo de oxigênio;
•Fortalece a defesa do organismo.
Vamos nos hidratar! Não devemos esperar que o organismo dispare o alarme da sede para ingerir água!
A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas. Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água.

Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas, como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol. Basta o dia estar quente – e o verão sempre vem aí – ou a umidade do ar baixar muito – como tem sido comum nos últimos meses. Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor.

Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo. Por isso, aqui vão dois alertas.

glossite


A glossite é inflamação ou infecção na língua. Glossite faz com que a língua inche e mude de cor. Projeções na superfície da língua chamadas papilas podem ser perdidas, dando aparência lisa à língua.
A glossite geralmente responde bem ao tratamento se a causa da inflamação for eliminada. A glossite pode não apresentar dor, ou causar desconforto na boca e língua. Em alguns casos, glossite pode resultar em emergência médica quando há inchaço severo da língua que bloqueia as passagens aéreas.

As causas e fatores de risco para glossite são:
* Infecção por vírus ou bactéria, incluindo herpes simplex oral.
* Hidratação ruim e pouca saliva na boca, o que pode facilitar a proliferação de bactérias.
* Irritação decorrente de queimadura, ponta afiada de dente ou de próteses dentárias, ou outros traumas.
* Piercing na língua.
* Exposição a irritantes como tabaco, álcool, e alimentos quentes ou apimentados.
* Reação alergia à pasta de dente, enxaguantes bucais, plástico nas dentaduras, ou a certos medicamentos para pressão sanguínea.
* Administração de bloqueadores ganglionares.
* Transtornos como anemia por deficiência de ferro, anemia perniciosa e outras deficiência de vitamina B, líquen plano oral, eritema multiforme, úlcera aftosa, sífilis, etc.

O objetivo do tratamento para glossite é reduzir a inflamação. O tratamento geralmente não requer hospitalização a menos que o inchaço da língua seja severo. Boa higiene oral é necessária. Corticosteróides podem ser dados para reduzir a inflamação. Para casos moderados, aplicações tópicas podem ser recomendadas para evitar os efeitos colaterais dos corticosteróides injetados ou ingeridos. Medicamentos anti-fungos ou antibióticos podem ser prescrevidos se a causa da glossite for infecção. Anemia e deficiência nutricionais devem ser tratadas, geralmente por mudanças na alimentação ou suplementos alimentares. Deve-se também evitar tabaco, álcool e alimentos quentes ou apimentados para minimizar o desconforto.

Gastrite

A gastrite é uma doença inflamatória que se caracteriza por acometimento da camada de tecido mais superficial que reveste o estômago, chamada de mucosa gástrica. Essa inflamação desenvolve-se como uma resposta normal do organismo quando ocorre uma agressão à sua integridade. Entretanto, essa resposta normal pode levar ao desenvolvimento de sinais e sintomas característicos dessa doença. A agressão que desencadeia o processo pode ser aguda ou crônica e, de acordo com seus tipos, podemos classificar as diversas formas de gastrite."
A gastrite pode ser causada por diversos fatores diferentes.

• Helicobacter pylori: essa bactéria tem a capacidade de viver dentro da camada de muco protetor do estômago.
. Aspirina: o uso de aspirina e de outros antiinflamatórios não-esteróides podem causar gastrite porque levam à redução da proteção gástrica.
. Álcool: pode levar à inflamação e dano gástrico quando consumido em grandes quantidades e por longos períodos.
. Gastrite auto-imune: em situações normais, o nosso organismo produz anticorpos para combater fatores agressores externos.
. Outras infecções: a gastrite infecciosa pode ser causada por outras bactérias que não o H. pylori, como por exemplo a bactéria da tuberculose e a da sífilis; pode também ser causada por vírus, fungos e outros parasitas.

Algumas orientações

• Comer em pequenas quantidades e várias vezes ao dia, evitando ficar sem alimentação por mais de 3 horas seguidas.
• Alimentar-se com calma, mastigando bem os alimentos, o que facilita o esvaziamento gástrico e a digestão.
• Evitar os famosos "fast-foods".
• Consumir bebidas alcoólicas com moderação, se possível evitar o consumo.
• Não há motivo para restrição dietética, mas se possível devem-se evitar ou reduzir a ingestão de alimentos muito gordurosos, frituras, doces concentrados, comidas muito condimentadas. Preferir refeições mais leves, de mais fácil digestão.
• O consumo de café e outras bebidas que contém cafeína não é contra-indicado se o paciente tolera bem essas bebidas.
• Outra questão importante é o cuidado com a higiene pessoal e dos alimentos, para reduzir a transmissão de agentes infecciosos.

ESTOMATITE

É uma ferida na mucosa bucal, é uma ferida considerada limpa, pois não é provocada por microorganismo algum, como bactéria ou fungo. Caracteriza-se como áreas de erosão (com rompimento do tecido epitelial e exposição do tecido conjuntivo) em qualquer local da cavidade bucal. Geralmente ocasiona reação inflamatória de intensidade leve ou moderada associada à dor, por expôr o tecido conjuntivo (e suas terminações nervosas) em contato direto com o meio bucal.
Os sintomas são: Inflamações com bolhas. Se uma bolha se romper, sai um pouco de líquido e forma uma chaga com crosta, que ocasiona dor e algum desconforto.
Tratamento: Enxaguar a boca com extrato de Aloe Vera varias vezes ao dia, ou então usar pomada para os lábios com Aloe Vera e Jojoba; aplicação de extrato de própolis com um cotonete ou bochechar própolis levemente diluido em água também produz excelente resultado.
Não se conhece com precisão a origem das úlceras orais. Podem ser provocadas por lesões, infecções, stress, certos alimentos, prédisposição genética e mudanças hormonais nas mulheres, mas, em sua maioria, são processos que não requerem nenhum tipo de estudo complementar.

Gengivite


A gengivite é uma inflamação da gengiva que pode progredir e atingir o osso alveolar. É este que envolve e segura os dentes. É causada pela placa bacteriana ou biofilme dental, uma película incolor e pegajosa que se forma continuamente nos dentes. Se não for removida diariamente por meio da escovação e do uso do fio dental, a placa bacteriana pode se formar e as bactérias nela contidas poderão infeccionar não apenas a gengiva e a região ao redor dos dentes, mas acabarão por atingir o tecido abaixo da gengiva e o osso que suporta os dentes. Isto pode fazer com que os dentes fiquem abalados, caiam ou tenham que ser removidos pelo dentista.
gengivite pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum entre os adultos. Se for detectada no seu estágio inicial, a gengivite pode ser revertida - portanto, visite seu dentista se notar qualquer um dos seguintes sintomas:
Gengivas vermelhas, intumescidas ou inchadas, ou flácidas.
Gengivas que sangram durante a escovação ou o uso do fio dental.
Dentes que parecem mais longos devido à retração da gengiva.
Gengivas que se separam ou se afastam dos dentes, criando uma bolsa.
Mudanças na forma como seus dentes se encaixam quando você morde.
Secreção de pus ao redor dos dentes e na bolsa gengival.
Mau hálito constante ou gosto ruim na boca.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

PLEURA


A pleura é uma fina capa membranosa formada por dois folhetos:
Pleura parietal que recobre internamente a parede costal da cavidade, sendo subdividida em quatro partes:
A pleura costal que cobre as faces internas da parede torácica.
A pleura mediastinal que cobre as faces laterais do mediastino.
A pleura diafragmática que cobre a face superior do diafragma.
A cúpula pleural que recobre a o ápice pulmonar.
Pleura visceral que recobre os pulmões.
A pleura é, portanto, uma membrana envoltória intra-torácica, em cujo interior há um espaço laminar (espaço pleural), também denominado de cavidade pleural.

Patologias

Esse espaço poderá ser ocupado em situações patológicas (doenças) com a formação de coleções de:
gases ou ar (pneumotórax)
líquido (derrame pleural, empiema pleural, hemotórax, quilotórax)
As doenças que acometem as pleuras podem provocar sequelas com aderências pleurais e espessamento pleural (pleuris) com encarceramento pulmonar, como por exemplo, o que ocorre no empiema pleural e na tuberculose pleural.

Tratamento

Apesar de essas coleções sempre constituírem uma condição anormal que dificultam a ventilação pulmonar, a conduta no tratamento poderá ser conservadora nos pequenos pneumotórax espontâneos, nos pacientes sem respiração mecânica e nas pequenas coleções líquidas não sépticas e cujo diagnóstico seja conhecido.
Nas demais situações, impõe-se o tratamento cirúrgico com:
toracocentese ou punção pleural
drenagem pleural
A toracocentese e a drenagem pleural são, portanto procedimentos cirúrgicos com finalidade diagnóstica e terapêutica nas doenças da cavidade pleural.

FISIOLOGIA DA CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS


Vários processos celulares contínuos contribuem para a restauração da ferida: regeneração celular, proliferação celular e produção de colágeno. A resposta do tecido às lesões passa por três estágios parcialmente sobrepostos:

fase inflamatória ou exsudativa;
fase proliferativa ou regenerativa;
fase reparativa ou de maturação.
I) FASE INFLAMATÓRIA OU EXSUDATIVA
Dura cerca de 72 horas e corresponde à ativação do sistema de coagulação sangüínea e à liberação de vários mediadores, tais como fator de ativação de plaquetas, fator de crescimento, serotonina, adrenalina e fatores do complemento entre outros. Nesta fase a ferida pode apresentar edema, vermelhidão e dor.

II) FASE PROLIFERATIVA OU REGENERATIVA

Pode durar de 1 a 14 dias e se caracteriza pela formação do tecido de granulação. Nesta fase o colágeno é o principal componente do tecido conjuntivo reposto, por isso a vitamina C auxilia muito nesse processo metabólico da cicatrização da ferida.

III) FASE REPARATIVA OU DE MATURAÇÃO

Durante esta última fase da cicatrização a densidade celular e a vascularização da ferida diminuem, enquanto há maturação das fibras colágenas. Nesta fase ocorre uma remodelação do tecido cicatricial formado na fase anterior. O alinhamento das fibras é reorganizado a fim de aumentar a resistência do tecido e diminuir a espessura da cicatriz, reduzindo a deformidade. Esta fase tem início no terceiro dia e pode durar até seis meses.

ASMA


O que é?

A asma brônquica é uma doença pulmonar freqüente e que está aumentando em todo o mundo.

Esta doença se caracteriza pela inflamação crônica das vias aéreas, o que determina o seu estreitamento, causando dificuldade respiratória.

Este estreitamento é reversível e pode ocorrer em decorrência da exposição a diferentes fatores desencadeantes ("gatilhos"). Esta obstrução à passagem de ar pode ser revertida espontaneamente ou com uso de medicações.

As vias aéreas são tubos que dão passagem ao ar. Elas iniciam no nariz, continuam como nasofaringe e laringe (cordas vocais) e, no pescoço, tornam-se um tubo largo e único chamado traquéia.

Já no tórax, a traquéia divide-se em dois tubos (brônquios), direito e esquerdo, levando o ar para os respectivos pulmões.

Dentro dos pulmões, os brônquios vão se ramificando e tornam-se cada vez menores, espalhando o ar.


O que se sente?

Caracteristicamente, nesta doença os sintomas aparecem de forma cíclica, com períodos de piora. Dentre os sinais e sintomas principais, estão:

*tosse - que pode ou não estar acompanhada de alguma expectoração (catarro).
*falta de ar
*chiado no peito (sibilância)
*dor ou "aperto" no peito
Os sintomas podem aparecer a qualquer momento do dia, mas tendem a predominar pela manhã ou à noite.

A asma é a principal causa de tosse crônica em crianças e está entre as principais causas de tosse crônica em adultos.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Tipos de CICATRIZAÇÃO


A maneira pela qual uma ferida é fechada ou " deixada" fechar é essencial para o processo de cicatrização. Existem três formas pelas quais uma ferida pode cicatrizar que dependem da quantidade de tecido perdido ou danificado e da presença ou não de infecção, são elas:

* Primeira intenção
* Segunda intenção
* Terceira intenção

- Primeira intenção ( união primária ) - este tipo de cicatrização ocorre quando as bordas da ferida são apostas ou aproximadas, havendo perda mínima de tecido, ausência de infecção e edema mínimo. Quando as feridas cicatrizam-se por primeira intenção, a formação de tecido de granulação não é visível.

- Segunda intenção (granulação ) - Neste tipo de cicatrização ocorre perda excessiva de tecido e presença de infecção. O processo de reparo, neste caso, é mais complicado e demorado. Esse método de reparo é também denominado cicatrização por granulação, pois no abscesso formam-se brotos minúsculos chamados granulações.

- Terceira intenção (sutura secundária ) - caso uma ferida não tenha sido suturada inicialmente ou as suras se romperam e a ferida tem que ser novamente suturada. Isso é feito pelo cirurgião que, após a drenagem do material, promove a aproximação das bordas.

Úlceras de pressão


A ÚLCERA DE PRESSÃO é uma área localizada de necrose celular que tende a se desenvolver quando o tecido mole é comprimido entre uma proeminência óssea e uma superfície dura por um período prolongado de tempo.

Outros termos freqüentemente usados são úlceras de decúbito, escara, escara de decúbito porém, por ser a pressão o agente principal para a sua formação, recomenda-se a adoção do termo – úlcera de pressão (UP).

O termo escara deve ser utilizado para designar a parte necrótica ou crosta da ferida e não como seu sinônimo.

As localizações mais comuns das úlceras de pressão são a região sacral e os calcâneos. Ao redor de 60% das úlceras de pressão se desenvolvem na área pélvica ou abaixo. .

Classificação da ÚLCERA DE PRESSÃO:

A úlcera é classificada do estágio I ao IV em referência a profundidade de comprometimento tecidual e não a gravidade da lesão..

Estágios da Úlcera de Pressão

Estágio 1

É um eritema da pele intacta que não embranquece após a remoção da pressão. Em indivíduos com a pele mais escura, a descoloração da pele, o calor, o edema ou o endurecimento também podem ser indicadores de danos.

Estágio 2

É uma perda parcial da pele envolvendo a epiderme, derme ou ambas. A úlcera é superficial e apresenta-se como uma abrasão, uma bolha ou uma cratera rasa.

Estágio 3

É uma perda da pele na sua espessura total, envolvendo danos ou uma necrose do tecido subcutâneo que pode se aprofundar, não chegando até a fáscia muscular. A úlcera se apresenta clinicamente como uma cratera profunda.

Estágio 4

É uma perda da pele na sua total espessura com uma extensa destruição ou necrose dos músculos, ossos ou estruturas de suporte como tendões ou cápsulas das juntas.

Feridas Crônicas


Atualmente, as feridas crônicas mais comuns são as chamadas úlceras de pressão – ferimentos nos tecidos moles do corpo, como músculo, gordura e pele, causados pela compressão contínua e prolongada de proeminências ósseas que os comprimem contra superfícies compactas, como um colchão ou uma cadeira de rodas. As “vítimas” mais comuns são os pacientes acamados e os lesados medulares. A dor e o sofrimento que este tipo de problema causa poderiam ser minimizados se medidas relativamente simples fossem adotadas em favor desses pacientes.
Para se ter a noção exata do problema, é preciso compreender a dimensão que as feridas crônicas atingem. A maior incidência delas atinge os idosos, pacientes acamados e portadores de deficiência física ou circulatória. Esses ferimentos, vão além da perda ou lesão do tecido cutâneo. “Trata-se de algo que fragiliza, que causa dor, que chega a deixar marcas quase que irreparáveis no paciente e que pode até incapacitá-lo para o resto de sua vida”,

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Tireóide


Há muitas opções indicadas para o tratamento do câncer de tireóide. A maioria dos tratamentos comuns inclui a remoção do câncer através de cirurgia, seguida por terapia com iodo radioativo (chamada remoção do tecido remanescente) com o objetivo de eliminar as células de tireóide que possam ter restado em seu corpo. Seu médico é a pessoa indicada para discutir este assunto com você.
O câncer de tireóide é um tumor maligno de crescimento localizado dentro da glândula tireóide. Não é um tipo de câncer comum. Nos Estados Unidos da América, somente 1 em cada 100 tumores corresponde a este tipo. Destes cânceres, cerca de 65% a 80% são diagnosticados como câncer de tireóide papilar, de 10% a 15% como folicular, de 5% a 10% como medular, e de 3% a 5% como anaplásico.

O câncer de tireóide é quase sempre descoberto pelos próprios pacientes. Pode ser percebido como um nódulo na parte anterior do pescoço, ou o médico pode observar um nódulo durante o exame físico de rotina. Afortunadamente, a maioria das vezes, os nódulos são benignos, o que significa que não há risco para a vida. A proporção de malignidade é de apenas 1 em cada 20 nódulos examinados.

Desse modo, os nódulos benignos de tireóide são muito comuns. Estima-se que podem estar presentes em mais da metade da população. Porém, a maior parte deles são tão pequenos que não são descobertos, nem pelo paciente, nem pelo médico. Seu médico pode realizar um diagnóstico de nódulo de tireóide, que na maioria das vezes não representará qualquer risco de doença maligna para você. Examinará cuidadosamente sua glândula tireóide em busca de outros nódulos ou de bócio fazendo pressão sobre ela.
Exames solicitaods:Dosagens de hormônios tireoideanos
Ultra-sonografia ou Cintilografia
Punção Aspirativa da Tireóide
Outros exames de imagem (Ressonância, Tomografia, Fdg-Pet Scan)

Cancer de mama


Todo câncer se caracteriza por um crescimento rápido e desordenado do número de células, que adquirem a capacidade de se espalhar para outras partes do corpo. O câncer também é comumente chamado de neoplasia ou tumor maligno.
O câncer de mama, como o próprio nome diz, afeta as mamas, que são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. É o tumor maligno mais comum em mulheres e o que mais leva as brasileiras à morte, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Quando diagnosticado e tratado ainda em fase inicial, isto é, quando o nódulo é menor que 1 centímetro, as chances de cura do câncer de mama chegam a até 95%. Tumores desse tamanho são pequenos demais para ser detectados por palpação, mas são visíveis na mamografia. Por isso é fundamental que toda mulher faça uma mamografia por ano a partir dos 40 anos.
FATORES DE RISCO
O câncer de mama - e o câncer de forma geral - não tem uma causa única. Seu desenvolvimento deve ser compreendido em função de uma série de fatores de risco, alguns deles modificáveis, outros não.

Meu pathoscópio




Comparando o cisto com o grão do arroz em uma panela sendo cozido.

Lúpus


O lúpus eritematoso sistêmico (LES ou lúpus) é uma doença autoimune do tecido conjuntivo que pode afetar qualquer parte do corpo. Assim como ocorre em outras doenças autoimunes, o sistema imune ataca as próprias células e tecidos do corpo, resultando em inflamação e dano tecidual.
Patofisiologia:Há períodos em que se manifesta e outros em que fica inativo. Esses intervalos podem durar semanas, meses ou anos. Alguns pacientes podem não desenvolver complicações severas. Não é transmissível nem infecciosa, e varia muito de um paciente a outro; de casos simples (que exigem intervenções médicas mínimas) a casos significativos (com danos a órgãos vitais, como: pulmão, coração, rim e cérebro).
sinais e sintoma:
A fadiga costuma ser o primeiro sinal eminente. A maioria das pessoas apresenta febre contínua ou intermitente, perda de peso e mal-estar.

Doença da pele

As doenças de pele representam um grande impacto na sociedade. O termo em si é amplo, envolvendo doenças com grande morbidade e mortalidade como melanoma ou lúpus eritematoso, afetando muitos órgãos. O grau de envolvimento da pele pode variar de forma significativa de paciente para paciente ou em um mesmo paciente de tempos em tempos. Os órgãos são inter-relacionados e tal intersecção é grande o suficiente para afirmar que o termo doença de pele é arbitrário e portanto é um desafio determinar o impacto na saúde púbica de tais afecções.
As patologias da pele podem atingir um ou mais camadas da pele. A unidade reativa superficial compreende a epiderme, o tecido conjuntivo frouxo subjacente do corpo papilar e sua rede capilar e o plexo venoso superficial embebido em esse tecido conjuntivo. A camada reticulada da derme representa outra unidade reativa e é composta de duas subunidades – folículos pilosos, glândulas, e o tecido conjuntivo ao redor. As unidades acima podem responder individualmente ou em conjunto ao estímulo patológico. Finalmente, a terceira unidade reativa, o tecido subcutâneo, também é funcionalmente heterogêneo, compartimentos septal e lobular podem estar envolvidos separadamente ou em conjunto.
Algumas das doenças de pele mais incidentes no Brasil incluem o carcinoma basocelular, espinocelular, dermatites atópicas, hanseníase (cujos maiores índices no mundo são encontrados em nosso país) e leishmaniose que apresentam um certo grau de morbidade importante. As taxas de incidência de câncer de pele no Brasil, segundo o INCA, Instituto Nacional do Câncer, variaram de 117,33/100.000 homens, e 84,06/100.000 mulheres em Goiânia a 25,15/100.000 homens e 14,84/100.000 mulheres em Campinas em 1991 e 1992 respectivamente. Desta forma, podemos ter um espectro da magnitude destas afecções

Vitamina A


Cada uma das vitaminas lipossolúveis, A, D, E e K, tem um papel fisiológico separado e distinto. Na maior parte, são absorvidos com outros lipídios, e uma absorção eficiente requer a presença de bile e suco pancreático. São transportadas para o fígado através da ninfa como uma parte de lipoproteína e são estocadas em vários tecidos corpóreos, embora não todas nos mesmos tecidos, nem na mesma extensão. Normalmente são excretadas na urina.
hipovitaminose na Vitamina A
Cegueira Noturna, causada por falta de vitamina A, falta de capacidade de perceber detalhes em ambientes pouco iluminados. Cefaléia; lesões na pele, pele áspera e seca.
Auxilia no tratamento de sarampo e rubéola em quase todas as doenças infeccionadas. A falta de vitamina A facilita mais a pegar doenças infeccionadas.
Alterações cutâneas: A pele se torna seca escamosa e áspera conhecida como pele de ganso ou pele de sapo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Hipertrofia Benigna da Próstata (HPB):


É a doença mais comum do homem.

Representa o crescimento nodular de uma das regiões da próstata. Sua incidência aumenta progressivamente com a idade, ocorrendo em 40 % dos homens a partir dos 50 anos e em 90 % daqueles com 80 anos.

O crescimento da próstata comprime a uretra, causando obstrução mecânica ao fluxo da urina, o que leva à dificuldade para urinar. A urina estagnada na bexiga favorece o surgimento de infecção urinária e formação de cálculos.

O esforço para urinar, em conseqüência da obstrução ao fluxo urinário, aumenta a pressão no interior da bexiga e provoca o aumento de suas camadas musculares. O aumento da pressão dentro da bexiga se transmite aos ureteres e aos rins, podendo levar à doença chamada hidronefrose e culminar com um quadro de insuficiência renal.

A vacinação pode eliminar a doença?


A eliminação de uma doença infecciosa em escala mundial, chamada de erradicação da doença, define o objetivo ideal da vacinação. Neste caso, o vírus ou a bactéria desaparece completamente, bem como a necessidade de prosseguir o programa de imunização. No entanto, a erradicação é um processo complexo, e exige condições favoráveis. Como exemplo, a vacinação já erradicou uma doença: a varíola. Por outro lado, a poliomielite está em vias de extinção, e procura-se energicamente erradicar o sarampo.

O controle da doença é um objetivo mais realista para a maioria dos programas de imunização. Isto significa que é possível reduzir significantemente o número de casos, para menos de 1% do nível anterior, assim como prevenir ou controlar rapidamente qualquer surto epidêmico. No controle de uma doença, é preciso manter muito elevados os níveis de imunização, pois os vírus ou as bactérias continuam a circular - embora em quantidade reduzida. Se abandonarmos a vigilância, a enfermidade poderá reaparecer de forma maciça. Os esforços despendidos para reduzir a incidência da coqueluche em crianças representam um bom exemplo do controle da doença.

Algumas vacinas destinam-se essencialmente a uma proteção individual. Por exemplo, a bactéria responsável pelo tétano vive na terra, e não podemos simplesmente evitar todos os riscos da exposição. Assim, a vacina antitetânica protege os indivíduos contra os efeitos da substância tóxica produzida pela bactéria do tétano..

A rubéola é um caso particular. Se a rubéola atacar uma mulher grávida não imunizada, as conseqüências sobre o feto podem ser trágicas. A imunização contra a rubéola serve também para proteger indivíduos ainda não nascidos.

Cirrose Hepática



A cirrose hepática pode ser definida anatomicamente como um processo difuso de fibrose e formação de nódulos, acompanhando-se freqüentemente de necrose hepatocelular. Apesar das causas variarem, todas resultam no mesmo processo.

As manifestações clínicas das hepatopatias (doenças do fígado) são diversas, variando de alterações laboratoriais isoladas e silentes até uma falência hepática dramática e rapidamente progressiva. Esse espectro amplo reflete em parte um grande número de processos fisiopatológicos que podem lesar o fígado, e em parte a grande capacidade de reserva do órgão.

A cirrose pode ser suspeitada quando há achados clínicos ou laboratoriais sugerindo insuficiência hepatocítica. Esses podem ser sutis como fadiga ou hipoalbuminemia ou severos como hemorragia por varizes. De qualquer modo, a evidência de insuficiência hepatocítica requer atitude imediata pelos benefícios potenciais do tratamento e pelo prognóstico reservado da cirrose estabelecida

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O que são Linfomas?


São tumores que se iniciam a partir da transformação de um linfócito no sistema linfático. O prefixo “linfo” indica sua origem a partir da transformação de um linfócito, e o sufixo “oma” é derivado da palavra grega que significa “tumor”. Os linfomas, inclusive o linfoma de Hodgkin, são resultado de um dano ao DNA de um linfócito. Esse dano ao DNA ocorre após o nascimento e representa, portanto, uma doença adquirida e não hereditária. Essa alteração ou mutação do DNA do linfócito gera uma transformação maligna: resulta no crescimento descontrolado e excessivo do linfócito, proporcionando uma vantagem competitiva aos linfócitos malignos e às células formadas a partir da multiplicação dos mesmos. O acúmulo dessas células em divisão resulta em massas tumorais nos linfonodos e em outros locais.

Os linfomas geralmente têm início nos linfonodos ou em aglomerados de tecidos linfáticos presentes em órgãos como o estômago e os intestinos. Em alguns casos, os linfomas podem envolver a medula óssea e o sangue: é possível que eles se disseminem para outros locais. As leucemias linfocíticas se originam e ocorrem principalmente na medula óssea, passando a seguir para o sangue. Elas podem se espalhar envolvendo os linfonodos.

Tradicionalmente existem 2 classificações para a doença:

* Linfoma de Hodgkin (que já foi chamada de doença de Hodgkin).
* Linfoma não-Hodgkin (que engloba todos os outros tipos de linfoma)

A classificação científica dos tipos de linfoma é mais detalhada.

O tratamento envolve uma procura da doença em vários órgãos, chamado de estadiamento e pode ser radioterápico, quimioterápico ou em alguns casos o transplante de medula óssea está indicado.

Falta de doação de ossos prejudica realização de transplantes ósseos no país!


São mais de 1,4 mil pessoas que aguardam, hoje, por cirurgias de transplante ósseo apenas no Estado do Rio de Janeiro. Esses são os dados do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), órgão do Ministério da Saúde, onde funciona o único Banco de Ossos público do Brasil. Desde 2006, o Into vem desenvolvendo campanhas com o intuito de chamar a atenção da sociedade para os problemas enfrentados pelos bancos de ossos brasileiros, que necessitam urgentemente de doadores.
Na longa espera por uma doação de ossos há pessoas portadores de tumores ósseos que necessitam desse tipo de transplante para que a cirurgia de amputação seja evitada. Outros casos são os de pacientes com próteses de quadril ou de joelho que precisam ser trocadas devido ao desgaste do material. Muitos deles perdem a capacidade de locomoção devido ao agravamento do problema em função da falta de doação para a realização da cirurgia. Além de crianças portadoras de graves deformidades da coluna vertebral que necessitam de cirurgia corretiva, entre outros.

Os ossos de um único doador podem beneficiar entre 30 e 35 pacientes, e o banco de ossos do Into tem capacidade de armazenamento e processamento de tecido para realização de cerca de 600 transplantes por mês. No entanto, apesar dos investimentos do instituto, a falta de doadores faz com que a unidade opere bem abaixo de sua capacidade. O número de cirurgias vem caindo a cada ano. Em 2007, foram concretizadas 11 doações. Em 2008, até o mês de maio, foram apenas três doações. Segundo o último levantamento do Ministério da Saúde realizado em 2004, em todo o país foram registradas apenas 40 captações.

Curiosidade!!


>CHORAR TAMBÉM É UM BOM REMÉDIO.!

Se Rir é bom para a saúde, debulhar-se em lágrimas de vez em quando também é um ótimo calmante. Ir do marejar dos olhos ao transbordar em lágrimas faz com que nos sintamos mais leves. Algo que a ciência já tem como certo: ao chorarmos, liberamos substâncias químicas que proporcionam a sensação de alívio quase imediato. O efeito é desencadeado exclusivamente por cutucadas emocionais e não por estímulos físicos, como quando o globo ocular se irrita com aquela cebola cortada. É comprovado que as lágrimas provocadas pela emoção removem elementos acumulados nas horas de estresse.

Elas, literalmente, põem tudo para fora. Fisgado pelos sentimentos, o cérebro fabrica certos neurotransmissores. Esses compostos passam de um neurônio para outro avisando que as glândulas lacrimais precisam ser contraídas. O choro começa. E quando entornamos a primeira gotícula, entra em cena a leucina-encefalina. A partir daí, chorar funciona como uma válvula de escape que manda o excesso do hormônio embora.


Sim, as lágrimas fazem bem. Mas não dá para chorar em todo canto, a qualquer instante. O excesso, assim como reprimir o líquido, deixa na cara que as coisas não estão bem. "Chorar a perda de um parente ou por causa de um problema financeiro é justificável. Já por coisas pequenas, como perder um ônibus, não faz sentido", comenta a psicóloga Natália Martins. O choro franco é a emoção em gotas e, quando elas escorrem por qualquer razão, é sinal de que a pessoa está descompensando suas emoções.

Câncer do colo Uterino


É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode não ter sintomas.


Detecção precoce ou screening para um tipo de câncer é o processo de se procurar um determinado tipo de câncer na sua fase inicial, antes mesmo que ele cause algum tipo de sintoma. Em alguns tipos de câncer, o médico pode avaliar qual o grupo de pessoas que corre mais risco de desenvolver um tipo específico de câncer por causa de sua história familiar, por causa das doenças que já teve ou por causa dos hábitos que tem, como fumar, consumir bebidas de álcool ou comer dieta rica em gorduras.

A isso se chama fatores de risco e as pessoas que têm esses fatores pertencem a um grupo de risco. Para essas pessoas, o médico pode indicar um determinado teste ou exame para detecção precoce daquele câncer, e dizer com que freqüência esse teste ou exame deve ser feito. Para a maioria dos cânceres, quanto mais cedo (quanto mais precoce) se diagnostica o câncer, mais chance essa doença tem de ser combatida. Qual é o teste que diagnostica precocemente o câncer de colo uterino?

O exame de Papanicolau ou "preventivo de câncer de colo uterino" é o teste mais comum e mais aceito para ser utilizado para detecção precoce do câncer de colo uterino.